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ESTRESSE
- CÃES
O estresse continuado, isto é, animal confinado, em condições
ambientais inadequados, presença de alguém no ambiente
que o animal não tem afinidade, condições
climáticas inadequadas, etc. podem levar o animal automutilação,
tanto no cão quanto no gato elegem uma região corpórea
promovendo uma lambedura constante que pode chegar lesar profundamente
a região eleita, sem que haja um agente patogênico
para tal ato.
No cão esse processo pode ser tão severo a ponto
de haver exposição óssea, e no gato o mais
comum é ocorrer uma lambedura excessiva de limpeza, que
pode levar ao arrancamento de tufos de pelo nas várias
regiões do corpo, desencadeando lesões que podem
cronificar-se.
Faz-se necessário que ao apresentar tais sintomas o animal
seja imediatamente levado ao Médico Veterinário
para um diagnóstico pois, esses sintomas podem apresentar-se
em outras patologias, por exemplo, quando um animal sente dor
em uma região corpórea, ele procura com gesto da
lambedura livrar-se daquele que o incomoda.
Somente o Médico Veterinário com uma minuciosa anamnese
e muitas vezes após auxílio laboratorial é
que poderá diagnosticar se a automutilação
é de fundo psicogênico ou não.
Caso fique determinado ser uma dermatite psicogênica o profissional
juntamente com o proprietário irá estudar as alterações
que deverão ser feitas para que o animal volte ao equilíbrio
e consequentemente se recupere das lesões adquiridas, corrigindo
portanto as falhas que estão levando ao estresse e tratando
de forma terapêutica as lesões existentes.
É importante ressaltar que sempre há necessidade
da busca do auxílio profissional, pois muitas vezes o animal
pode estar com uma lesão grave que esteja comprometendo
sua vida, e se não tomar um medida imediata, as seqüelas
poderão ser irreversíveis.
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